O que é um agilista? Saiba mais sobre essa profissão aqui!

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As profissões são produto do cenário econômico. Por isso, é comum que novas atividades surjam e outras desapareçam. Conforme a tecnologia avança, tornam-se necessárias funções diferentes. Consequentemente, aparecem novos conceitos e oportunidades de emprego.

Por exemplo, você sabe o que é um agilista? Leia nosso post, saiba o que ele faz e como esse profissional se prepara para a jornada que tem pela frente!

O que é um agilista?

Vamos começar explicando o que é um agilista profissional. Outra denominação para ele é “agilista coach”. É um profissional cujo objetivo principal é o desenvolvimento de métodos ágeis dentro da empresa. Isso ajuda a melhorar a produtividade e assegura a adaptabilidade do negócio.

Para exercer essa atividade, é necessário ter certas habilidades e conhecimentos em determinadas áreas, como:

  • liderança;
  • autoconhecimento;
  • gestão agile de projetos, serviços e produtos;
  • business agility (flexibilidade e adaptabilidade, aplicação de conceitos como gestão lean, métricas lean-agile, pensamento sistêmico;
  • coach profissional.

Quais são as etapas da jornada de um agilista?

Vejamos agora o que um agilista faz. A jornada desse profissional envolve algumas fases. Confira!

Entendimento

Essa etapa se divide em outras quatro:

  1. compreender quem são as pessoas que fazem parte da equipe que lidera, conversar com elas, ouvir as opiniões de cada uma, as dificuldades, entender o perfil técnico de cada profissional;
  2. analisar o fluxo de trabalho atual;
  3. assimilar o backlog do produto e as prioridades;
  4. entender o propósito da equipe.

Ações

Além do entendimento, é fundamental agir para:

  • identificar os problemas, construir um plano e mostrar aos executivos;
  • apresentar uma proposta à equipe e procurar aliados para implantar esse plano;
  • permitir que essa proposta fique visível a todos, compartilhar o percurso de desenvolvimento, os acordos de trabalho e tudo que julgar necessário.

Um ponto muito relevante e complicado nessa etapa é a identificação dos sabotadores. Sabotadores existem e é preciso saber lidar com eles:

  • gestor centralizador: é importante reduzir a insegurança ou o medo que ele apresenta em relação ao trabalho;
  • algum funcionário da equipe: um profissional que não trabalha no sentido de alcançar os objetivos do time.

Disseminação

Chegou o momento de analisar se as entregas estão alinhadas com a finalidade do produto. Para tanto, é fundamental conhecer bem o cliente, observar pela ótica de UI (interface do usuário) e UX (experiência do usuário).

Aqui, a parceria do agilista com designer, especialista da área de produtos e proprietário do produto (PO) é crucial para a tomada de decisões.

Como se preparar para essa carreira?

Para abraçar a carreira de agilista, é indispensável conhecer bem o objetivo da profissão e qualificar-se para exercer as atividades pertinentes.

Formação e experiência

É necessário desenvolver habilidades relacionadas ao ensino, mediação de conflitos, orientação, solução de problemas e coaching profissional.

Prática

Ainda que seja importante fazer cursos na área, é preciso ter a prática requerida para que a pessoa se torne, de fato, um bom profissional.

A experiência com os times em projetos ágeis ajuda a acompanhar situações que revelam quais são os pontos fortes e fracos do agilista. A profissão é, acima de tudo, ativa.

Na composição do profissional, existem oito relevantes elementos:

  1. mentor;
  2. consultor;
  3. coach;
  4. conselheiro;
  5. facilitador;
  6. agente de mudanças;
  7. líder lean;
  8. instrutor/professor.

Competências

O agilista profissional deve desenvolver valores e princípios que vão direcionar as ações no trabalho:

  • coaching profissional;
  • capacidade de realizar mentorias;
  • competência para ensinar o compartilhamento do conhecimento correto;
  • foco em negócios;
  • domínio técnico;
  • aptidão para transformação.

Agora que você já entende o que é um agilista e o que ele faz, saiba também que esse profissional pode atuar como coach técnico, coach de processos/gerenciamento e coach não diretivo, com média de salário entre R$ 6 mil a 16 mil.

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